O campeonato brasileiro de futebol sempre foi marcado por fortes emoções. E isso seria muito bom, não fossem as interferências externas.
As partidas deixaram de ser decidas em campo, passando a contar com a atuação dos árbitros. Os erros de arbitragem tornaram-se tão frequentes, que alguns jogos, e até mesmo torneios, têm sido decididos no apito.
Os torcedores têm convivido com essa triste realidade há tempos e são obrigados a tolerar tal situação.
E os erros não são privilégio do Brasil. Recentemente, uma partida chamou a atenção do mundo inteiro.
Em disputa válida pelas eliminatórias da copa do mundo, Irlanda x França presenciaram mais uma falha.
O árbitro sueco Martin Hansson, ignorou um toque de mão claro de Thierry Henry, atacante da seleção francesa. O lance originou o gol do empate e garantiu a participação da França no mundial.
A seleção Irlandesa requisitou a FIFA nova partida, mas a entidade tolerou o ato e negou o pedido.
Tolerância tem limite
Alguns casos de arbitragem comprada vieram à tona, e não foram tolerados como a maioria. O escândalo envolvendo o então arbitro Edílson Pereira de Carvalho, personagem central da chamada máfia do apito, em 2005, teve um desfecho diferente.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) descobriu o esquema, anulou 11 partidas por ele apitadas e baniu Edílson de seu quadro.







